GM usa tecnologia de avião para planejar novos carros
GM usa tecnologia de avião para planejar novos carros
Fonte : Valeparaibano
A Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica), em São José dos Campos, já é modelo também para as montadoras. Ainda deve demorar alguns anos para que os novos carros saiam das telas dos computadores direto para a linha de produção, mas a General Motors, por exemplo, planeja reduzir o número de protótipos até a concepção final do veículo.
A montadora programou investimentos de US$ 30 milhões para os próximos três anos na expansão da capacidade do centro tecnológico, incluindo o aumento do uso de ferramentas virtuais, novos equipamentos, prédios, pistas de testes e laboratórios.
Na Embraer, o caso mais recente de desenvolvimento virtual é o do minijato executivo Phenom 100. A primeira peça foi construída há poucas semanas. A fabricante de aviões inaugurou em 2000 um centro de realidade virtual, que reduziu o ciclo de desenvolvimento de aeronaves em mais de 30%, com um investimento de US$ 2 milhões.
Para o vice-presidente de engenharia para América Latina, África e Oriente Médio da GM, Pedro Manuchakian, na nova fase de desenvolvimento de projetos globais da montadora, o centro tecnológico da GM no Brasil terá que ter custos competitivos e capacidade para desenvolver veículos para todo o mundo.
O centro tecnológico da GM está localizado no complexo industrial de São Caetano do Sul (SP), no ABC paulista. Há pouco mais de um mês, a subsidiária brasileira foi escolhida como o pólo de desenvolvimento das plataformas das futuras picapes de médio porte da montadora, que começarão a ser produzidas entre 2012 e 2015. Não significa que os veículos serão produzidos no Brasil, a montagem poderá ser feita nos Estados Unidos ou África, por exemplo.
O desenvolvimento virtual de veículos, inclusive para testes de segurança, está aumentando, segundo o diretor de engenharia de produtos, Alberto Rejman. O novo Vectra foi desenvolvido em 20 meses. Sem as ferramentas virtuais empregadas no processo seriam necessários de 28 a 30 meses.
'Vamos chegar no ponto de desenvolvermos um veículo virtualmente já para ser produzido, como a Embraer, que constrói um protótipo que já voa', disse Manuchakian.


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