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terça-feira, março 14

A NOVA ROTA DA SOBREVIVÊNCIA 4

--- Ecologia Global ---
Segundo uma das premissas básicas da revolução cultural, as sociedades criam formas de organização mais complexas para melhoras suas possibilidades de sobrevivência. Nesse sentido, talvez não seja muito precipitado afimar que nossas práticas sociais, nossas ferramentas coleticas e nossas estruturas econômicas estejam reorganizando-se para adaptar-de ao entorno complexo.
Os desafios que enfrentaremos nas próximas décadas não têm precedentes. As cidades se tornarão megalópoles mais parecidas com os ambientes hostis que no princípio nos levaram a nos organizar. Copiando os ecossistemas naturais mais extremos, a paisagem urbana exigirá uma infinidade de adaptações, quase uma nova espécie do gênero humano.
As pessoas experimentarão ferramentas digitais, farmacológicas e biomecânicas que ampliarão a concepção que hoje temos do corpo humano. E o clima continuará imprevisível e, certamente, extremo.
Imersos no desvario do jogo, teremos de decidir se queremos apostar, sabendo que há uma possibilidade em dez de que o que fazemos hoje acarrete uma ameaça irreversível à espécie humana até o final da década. Ao disor somente da probabilidade, devemos agir para diminuirmos as consequências no futuro e nos adaptarmos.
Na encruzilhada de todas essas mudanças , literalmente, no calor da economia que estamos criando, enfrentaremos talvez a maior ameaça em curto prazo: o desastre biológico. As chances de se produzir uma pandemia, natural ou provocada por terroristas, se multilicaram, de um lado, na raiz da conectividade mundial radical e, de outrom na capacidade de "jogar" com o material genético básico da vida. A questão é: se isso ocorrer, estaremos preparados dos pontos de vista médico, social, ético e tecnológico?
(continua)

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