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terça-feira, março 14

A NOVA ROTA DA SOBREVIVÉNCIA - 5

---Tecnologia do resgate ---
Cabe perguntar se a tecnologia poderá nos salvar, porque, à medida que usamos as ferramentas "sociais" para melhorar nossa inteligéncia coletiva, para criar estruturas econômicas e sociais mais flexíveis ou permeáveis à mudança em situações extremas e para ampliar nossa capacidade de cooperar em um meio complexo , cresce a ameaça potencial de uma hecatombe tecnológica.
No mínimo, atravessaremos um período de "desinvenção". Nesse percurso, prepararemos o terreno para uma nova realidade "material" inspirada na física quântica e nas ciências biológicas. Até 2015, as sombras de novos computadores se desenharão no cenário tecnológico, assim como os biossensores e a vida artificial.
Embora a tecnologia evoque o fascinante apelo das inovações de extrema vanguarda e de pequenas ou grandes maravilhas, na realidade há mais força na "desinvenção". A tecnologia envalhece, enferruja, apodrece, é descartável, se perde, é esquecida ou simplesmente abandonada - um processo implícito de escolha e mudança que se faz cada vez mais aberto e explícito.
A proibição do DDT (o inseticida diclorofeniltricloretano) ou um dos compostos de clorofluocarbonetos (os CFCs, destruidores da camada de ozônio e utilizados nas indústrias frigorífica, plástica e de propelentes e solventes) são bons exemplos. Paralelamente a ambos os processos de "desinvenção", foram desenvolvidas tecnologias novas para corrigir os efeitos nocivos inesperados das tecnologias descontínuas, embora, claro, a reparação de danos nem sempre seja o único objetivo.
O crescimento da indústria de fertilização assistida surgiu da necessidade de remediar as consequências das toxinas do meio ambiente (a infertilidade aumentou três vezes nas décadas seguintes ao lançamento do DDT - que, entre outras coisas, causa anomalias nos ovários em desenvolvimento das pré-púberes), mas depois se desenvolveu além dessa função reparadorea original.
(continuar)

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